Leandro Alves
Consultor de negócios digitais. Antes disso, executivo de varejo e atacado, com meta para bater e equipe para conduzir.

A trajetória em uma frase: aprendi a desenhar estrutura porque precisei operar dentro dela.
Comecei no varejo e no atacado quando digital ainda era um projeto paralelo dentro das empresas. Acompanhei a transição de perto, primeiro operando, depois estruturando, e nos últimos quinze anos desenhando os modelos que sustentam operações digitais em empresas grandes.
Passei por operações de e-commerce e marketplace, por centros de distribuição, por canais B2B com centenas de representantes, por programas de fidelidade em rede de supermercados e por comitês em que a decisão precisava caber em uma página. Reportei a conselho de administração e a primeiro escalão executivo. Isso muda a forma de escrever uma recomendação: quem já teve que defender o número na frente de um conselho escreve diferente de quem só precisa entregá-lo.
O que eu faço, na prática
Observo situações complexas, identifico as conexões que não estão visíveis e desenho uma lógica para que pessoas, dados e recursos funcionem em conjunto. Articular é o método, construir é a ação, e criar estruturas coerentes é o que fica. Nos negócios e nos projetos institucionais, raramente aceito o improviso como solução definitiva. Procuro transformar experiência em processo, intenção em plano e esforço isolado em algo que possa crescer e permanecer.
A inquietação vem menos da vontade de fazer tudo e mais da convicção de que quase tudo funciona melhor quando existe um bom desenho por trás.
Por que uma consultoria boutique
Poderia montar uma estrutura maior. Escolhi não montar. Projeto estratégico exige presença de quem tem repertório, e repertório não se delega. Trabalho com poucos clientes ao mesmo tempo e digo não quando a agenda não permite fazer bem. Quando o desafio exige competência complementar, chamo especialistas que também acumularam experiência executiva real nas próprias áreas, e não uma equipe de apoio.
Também digo não quando o problema não é meu. Demanda de execução continuada, projeto de baixa complexidade e trabalho que exige escala de time não são atendidos aqui, e recomendo o caminho quando conheço.
Formação, atuação e experiência
Formação
- Mestre em Administração com ênfase em Finanças, Universidade Federal de Uberlândia.
- MBA em Finanças e Estratégias Empresariais, Universidade Federal de Uberlândia.
- Bacharel em Administração.
Atuação institucional
- Membro do Conselho de Curadoria do E-Commerce Brasil.
- Autor no portal E-Commerce Brasil desde 2016, com artigos sobre supermercado online, operação e prevenção a fraude.
- Professor de MBA e de cursos de formação em e-commerce.
- Palestrante. Em julho de 2026 participou das plenárias de Gestão e de Indústria do Fórum E-Commerce Brasil.
Experiência executiva
- Mais de 20 anos de carreira em varejo e atacado, nos ambientes físico e digital.
- Mais de 15 anos dedicados à estruturação, modelagem e desenvolvimento de negócios digitais.
- Mais de 90 supermercados implantados com clube de fidelidade e e-commerce omnicanal.
- Relacionamento e reporte a Conselho de Administração, comitês e primeiro escalão executivo.
- Planejamento e implantação de controladoria financeira e comercial.
- Coordenação de equipes multidisciplinares em projetos de estruturação e recuperação de operações.
Cinco convicções
- Poucos projetos ao mesmo tempo
- Profundidade exige presença. Trabalho com um número reduzido de clientes simultâneos e digo não quando a agenda não permite fazer bem.
- Quem vende é quem entrega
- Não existe equipe júnior assumindo o projeto depois da assinatura. Quando o desafio pede competência complementar, entram especialistas que também vieram de cargos executivos.
- Número antes de opinião
- Toda recomendação precisa estar apoiada em uma conta que a empresa consiga refazer sozinha.
- Recomendação executável
- Se a empresa não tem capacidade de executar, a recomendação está errada, mesmo que esteja tecnicamente correta.
- Proximidade com a liderança
- Trabalho junto de quem decide. É onde a consultoria gera valor e é onde ela deve ser cobrada.
Vamos conversar sobre o seu contexto.
Apresente a situação da empresa e o desafio em aberto. A primeira conversa é sem custo e serve para avaliar se há aderência.