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Leandro Alves Negócios Digitais
Método

Método de trabalho

Quatro movimentos, sempre na mesma ordem. O que muda de um projeto para o outro é a profundidade de cada um, nunca a sequência.

Sequência

Os quatro movimentos

Diagnóstico e desenho podem ser contratados separadamente. Acompanhamento só existe quando há plano acordado.

  1. Entender antes de propor

    Começo lendo o negócio pelos números e pela operação, na mesma semana. Demonstração de resultado do canal, composição de margem, custo de servir, base de clientes e capacidade instalada. Em paralelo, converso com quem executa. A maior parte das respostas já está dentro da empresa, distribuída entre pessoas que não se falam com frequência suficiente.

  2. Nomear o problema com número

    Problema sem número não sustenta decisão. Fecho essa etapa com o problema dimensionado em receita, margem ou caixa, e com a cadeia entre decisão e resultado reconstruída até o ponto exato onde ela se rompe. Quando a leitura contraria o que a empresa esperava ouvir, digo assim mesmo.

  3. Desenhar o que é executável

    O plano é dimensionado pela capacidade real da empresa, não pela ambição da apresentação. Cada frente sai com escopo, sequência, responsável, indicador e prazo. O que não cabe fica registrado como decisão adiada, não como item de lista. Tecnologia entra depois do modelo definido.

  4. Acompanhar até virar rotina

    Plano sem acompanhamento vira intenção. Participo do ritual de gestão pelo tempo combinado, ajusto o que a realidade mostrar que precisa de ajuste e trabalho para que o time interno assuma a condução. O bom encerramento de um projeto é aquele em que a empresa segue sem mim.

Regras do jogo

O que fica combinado antes de começar

Consultoria dá errado quase sempre por expectativa mal alinhada, não por conteúdo. Estes pontos ficam por escrito desde a proposta.

Quem conduz
Leandro Alves conduz o projeto do primeiro dia ao encerramento. Especialistas complementares, quando houver, são apresentados na proposta com nome e papel.
Escopo e prazo
Definidos por entrega, não por hora avulsa. Mudança de escopo é renegociada por escrito, não absorvida em silêncio.
Acesso a dados
O trabalho exige acesso a demonstrações, base de clientes e indicadores operacionais. Acordo de confidencialidade é prática comum e pode ser assinado antes de qualquer troca.
Presença
Diagnóstico e recuperação de operação exigem presença física. Estratégia, modelagem e acompanhamento funcionam bem em formato remoto, com encontros presenciais nos marcos de decisão.
Ritual de acompanhamento
Reunião com pauta fixa, indicadores e responsáveis. Sem ritual, plano vira intenção.
Encerramento
O projeto termina quando a rotina interna assume a condução. Encerramento é entrega, não abandono.
Convicções

O que orienta as escolhas

Poucos projetos ao mesmo tempo
Profundidade exige presença. Trabalho com um número reduzido de clientes simultâneos e digo não quando a agenda não permite fazer bem.
Quem vende é quem entrega
Não existe equipe júnior assumindo o projeto depois da assinatura. Quando o desafio pede competência complementar, entram especialistas que também vieram de cargos executivos.
Número antes de opinião
Toda recomendação precisa estar apoiada em uma conta que a empresa consiga refazer sozinha.
Recomendação executável
Se a empresa não tem capacidade de executar, a recomendação está errada, mesmo que esteja tecnicamente correta.
Proximidade com a liderança
Trabalho junto de quem decide. É onde a consultoria gera valor e é onde ela deve ser cobrada.
Próximo passo

Comece pela conversa, não pela proposta.

Uma reunião de 45 minutos costuma ser suficiente para saber se existe projeto e qual formato faz sentido.