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Leandro Alves Negócios Digitais
Frente de atuação

Eficiência operacional e logística

Operação que trava em pico de demanda raramente tem problema de esforço. Tem problema de capacidade mal dimensionada e de processo não formalizado.

Definição

O que é

A frente de eficiência operacional e logística cobre a avaliação, o redesenho e a recuperação de operações de armazenagem, expedição, transporte e processos internos, incluindo dimensionamento de capacidade, planejamento e controle da produção, formalização de fluxos e alinhamento entre operação e estratégia comercial.

Quando aparece

Situações em que esse trabalho costuma ser necessário

  • A operação atende bem em volume normal e entra em colapso em toda data de pico.
  • O armazém foi ampliado, o volume subiu e a produtividade por pessoa caiu.
  • Existe investimento em automação parado ou subutilizado por falta de processo em volta.
  • Cada área tem o seu próprio plano, e comercial, suprimentos e operação trabalham com números diferentes.
  • O custo logístico por pedido sobe todo trimestre e ninguém consegue apontar a causa.
O que está em jogo

Dores e riscos

Operação sem capacidade dimensionada opera sempre em modo de exceção, e o modo de exceção custa caro: hora extra, retrabalho, avaria, atraso e cliente perdido. O segundo custo é invisível. Quando comercial e operação planejam separado, a promessa comercial vira problema operacional, e o operacional aprende a proteger a própria meta reduzindo a promessa. A empresa passa a vender menos do que poderia para não quebrar o que já tem.

Condução

Como eu atuo

Meço antes de opinar. Levanto a capacidade real por etapa, identifico onde está o gargalo verdadeiro e separo o que é problema de layout, de processo, de sistema ou de dimensionamento de equipe. Formalizo os fluxos, porque operação que depende de memória de pessoa não escala. E estruturo o planejamento junto ao comercial, para que compra, estoque, expedição e promessa de venda passem a trabalhar com o mesmo horizonte.

Entregáveis

  • Mapa da capacidade por etapa, com gargalo identificado e quantificado.
  • Processos operacionais formalizados, com responsáveis e pontos de controle.
  • Plano de recuperação da operação, com sequência e prazo.
  • Estrutura de planejamento e controle da produção, com rituais e horizontes definidos.
  • Alinhamento entre planejamento comercial e capacidade operacional.
  • Indicadores de acompanhamento, incluindo custo por pedido e nível de serviço.

Prazo de referência: Diagnóstico em quatro semanas. Recuperação conduzida em ciclos de três a seis meses.

O que muda

A operação passa a saber quanto consegue entregar antes de prometer, e o comercial passa a vender dentro de uma capacidade conhecida. Em recuperações desse tipo, o efeito mais imediato costuma aparecer na estabilidade da entrega e na queda do retrabalho, antes mesmo de qualquer investimento novo.

Para quem é indicado

Atacado, distribuição, varejo e indústria com centro de distribuição próprio ou operação logística relevante para o resultado.

Não é indicado para demandas de execução continuada nem para projetos de baixa complexidade.

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Próximo passo

Próximo passo

Se a operação já está em crise, a conversa começa pela contenção. O redesenho vem depois.