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Leandro Alves Negócios Digitais
Frente de atuação

Direção executiva sob demanda

Nem toda empresa precisa de um diretor de negócios digitais em tempo integral. Muitas precisam da decisão que esse diretor tomaria, na hora certa.

Definição

O que é

Direção executiva sob demanda é a atuação de um executivo sênior de negócios digitais em regime parcial dentro da empresa contratante, participando das reuniões de decisão, conduzindo os rituais de gestão da frente digital, orientando o time interno e respondendo pelo direcionamento perante a diretoria e o conselho, sem a contratação em tempo integral.

Quando aparece

Situações em que esse trabalho costuma ser necessário

  • A empresa tem operação digital relevante e nenhum executivo sênior dedicado a ela.
  • O time interno é bom na execução e não tem quem faça as escolhas difíceis de direção.
  • Houve saída do responsável pela área e a empresa não quer decidir a sucessão com pressa.
  • O conselho pediu acompanhamento próximo de uma frente específica por um período determinado.
  • A empresa contratou uma diretoria júnior e precisa de alguém sênior ao lado durante a curva de aprendizado.
O que está em jogo

Dores e riscos

Uma diretoria digital sênior custa caro e é difícil de encontrar. O caminho mais comum, que é promover alguém da execução e esperar que a senioridade venha com o tempo, transfere para a empresa o custo do aprendizado. O caminho oposto, que é contratar consultoria pontual, resolve o desenho e deixa a decisão do dia seguinte sem dono. A direção sob demanda existe para preencher exatamente esse intervalo.

Condução

Como eu atuo

Participo da rotina de decisão, não da execução. Isso significa presença nas reuniões de liderança, condução do ritual de acompanhamento da frente digital, participação nas decisões de investimento, de sortimento, de canal e de estrutura, e reporte à diretoria e ao conselho no formato que eles já usam. Desenvolvo o time interno ao longo do caminho, porque o objetivo é que a empresa consiga seguir sem mim. Combino desde o início a frequência, o escopo de decisão e o prazo de saída.

Entregáveis

  • Presença combinada na rotina de decisão, presencial e remota.
  • Condução do ritual de gestão da frente digital, com pauta e indicadores.
  • Participação nas decisões de investimento, canal, sortimento e estrutura.
  • Reporte periódico à diretoria e ao conselho.
  • Desenvolvimento do time interno e preparação da sucessão.

Prazo de referência: Contratos de seis a doze meses, com frequência definida em conjunto.

O que muda

A frente digital passa a ter uma cadeira sênior na mesa, com continuidade entre uma decisão e a seguinte. O time interno ganha referência e a empresa reduz o risco de contratar às pressas uma diretoria que ainda não sabe se precisa.

Para quem é indicado

Empresas de médio e grande porte com operação digital relevante e sem diretoria sênior dedicada, ou em transição de liderança.

Não é indicado para demandas de execução continuada nem para projetos de baixa complexidade.

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Próximo passo

Próximo passo

A conversa começa pela decisão que hoje fica parada. É ela que define a frequência necessária.